(#34) Quanto custa um inventário em 2026? Veja taxas, impostos e gastos

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Dra. Roberta Martins Lima - Advogada de Divórcio e Inventário

Logo após os primeiros dias de luto, a pergunta que ecoa é: “Quanto custa um inventário? Será que vamos perder tudo o que foi deixado para pagar as contas do processo?”

Resumo rápido: O custo de um inventário em 2026 é composto por três pilares: o imposto estadual (ITCMD), as taxas de cartório ou custas judiciais e os honorários advocatícios (conforme a Tabela da OAB de cada estado). O valor total varia drasticamente conforme o património e a estratégia jurídica adoptada, podendo ser otimizado através de uma análise técnica prévia.

Essa falta de clareza sobre os valores é o que gera os maiores conflitos entre herdeiros. O medo do “desconhecido” faz com que o inventário seja adiado, o que é um erro fatal. Em 2026, ultrapassar o prazo de 60 dias para a abertura do processo gera multas automáticas sobre o imposto, fazendo com que a herança encolha antes mesmo de ser dividida. Sem um mapa de custos, você pode acabar vendendo bens às pressas e por valores abaixo do mercado apenas para quitar dívidas do processo.

Mas existe um caminho para a segurança. O inventário não deve ser um salto no escuro, mas uma jornada planeada. Um advogado especialista não serve apenas para “assinar papéis”, mas para desenhar a estratégia que proteja o património. Neste guia, vou mostrar-te como funciona a estrutura de custos e por que a Análise de Viabilidade é o primeiro passo para quem busca certezas, e não apenas suposições.

O que você encontrará neste guia:

1. O Imposto (ITCMD): A parte do Estado na herança

O maior custo de um inventário costuma ser o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). Por ser um imposto estadual, a alíquota varia conforme a localização dos bens. Em 2026, alguns estados adotam alíquotas progressivas — quanto maior o património, maior a percentagem que o Estado retira.

Quanto custa um inventário em 2026

O planeamento tributário é essencial para evitar que o imposto consuma a herança familiar.

2. Taxas de Cartório e Certidões: Os custos operacionais

Se o inventário for extrajudicial (em cartório), você pagará os “emolumentos”. Estes valores são fixados por lei estadual e seguem uma tabela que considera o valor total dos bens. Além disso, existem os custos com certidões de nascimento, casamento, matrículas de imóveis atualizadas e certidões negativas de débitos, fundamentais para a validade do ato conforme o Código de Processo Civil.

3. Honorários: Por que consultamos a Tabela da OAB?

Como advogada, sigo rigorosamente as normas éticas da Ordem dos Advogados do Brasil. Por isso, não fornecemos preços de serviços por site ou mensagens automáticas. O parâmetro oficial é a Tabela de Honorários da OAB de cada estado, que estabelece os valores mínimos para garantir a dignidade da profissão e a segurança do cliente. Você pode consultar a tabela do seu estado nos sites das seccionais da OAB.

4. Consulta vs. Análise de Viabilidade: O que você realmente precisa?

Muitas vezes, o que o cliente busca não é uma “consulta jurídica” tradicional, onde se discute teses de direito. No escritório da Advogada Roberta, entendemos que, antes de qualquer decisão, você precisa de previsibilidade.

É por isso que oferecemos a Análise de Viabilidade de Inventário. Enquanto a consulta tira dúvidas pontuais, a Análise de Viabilidade é um serviço profundo onde reunimos todas as informações do seu caso para entregar um dossiê completo, contendo:

  • Previsão de Impostos: Cálculo exato do ITCMD e estratégias para redução legal;
  • Mapa de Regularização: Identificação de pendências em imóveis ou documentos que podem travar o processo;
  • Cenários de Partilha: Comparação detalhada entre o caminho no Cartório e o caminho Judicial;
  • Cronograma de Prazos: Para que você não pague multas desnecessárias.

Um bom advogado sempre saberá que a melhor estratégia não é apenas “fazer o processo”, mas sim preparar o terreno para que ele seja o mais rápido e barato possível para a família.

Passo a passo para prever os custos em 2026

  1. Atendimento Inicial: Onde entendemos a urgência e o perfil do património.
  2. Análise de Viabilidade: O momento de colocar tudo no papel e desenhar a estratégia financeira.
  3. Consulta Jurídica: Para sanar dúvidas específicas de direitos e conflitos, se houver.
  4. Execução: Início do inventário com a segurança de quem já sabe quanto vai pagar.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Posso usar o dinheiro do falecido para pagar o inventário?

Sim! Através de um pedido de alvará judicial ou autorização administrativa, é possível utilizar saldos bancários do falecido para quitar o ITCMD e as taxas, evitando que os herdeiros tirem dinheiro do próprio bolso.

O que acontece se eu não tiver dinheiro para o inventário?

Existem estratégias como a venda de um dos bens da herança (Cessão de Direitos Hereditários) para custear o próprio processo. Tudo deve ser feito com autorização legal.

O inventário no cartório é sempre mais barato?

Nem sempre. Embora seja mais rápido, em alguns estados e para certos valores de património, as custas judiciais podem ser menores. A Análise de Viabilidade serve justamente para comparar estes dois cenários antes de você gastar o primeiro real.

Conclusão: Saber quanto custa um inventário é o primeiro passo para a sua paz de espírito. Não aceite suposições quando o assunto é o património da sua família. Em 2026, a tecnologia e a estratégia jurídica permitem que você tenha o controle total dos gastos antes mesmo de assinar a primeira procuração.

No escritório Advogada de Inventário, atendemos em Boituva-SP e realizamos análises online para todo o Brasil, focando em dar a você a certeza que o momento exige.

Quer ter um mapa completo dos custos do seu inventário? Clique aqui e fale com nossa equipe sobre a Análise de Viabilidade.

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